domingo, 11 de novembro de 2012

Playlist: My Bloody Valentine



# Soft As Snow (But Warm Inside) (Isn't Anything)


# Lose My Breath (Isn't Anything)


# Feed Me With Your Kiss (Isn't Anything)



# Cupid Come (Isn't Anything)


# I Can See It (But I Can't Feel It) (Isn't Anything)


# Sometimes (Loveless)


# Come In Alone (Loveless)


# Only Shallow (Loveless)


# Soon (Loveless)


# To Here Knows When (Loveless)


sábado, 10 de novembro de 2012

Kevin Shields: Terceiro disco do My Bloody Valentine será lançado ainda em 2012

Larry Busacca/Getty Images

A edição desta semana do NME destacou uma entrevista exclusiva com Kevin Shields, líder do My Bloody Valentine, banda shoegaze altamente cultuada por... shoegazers, e entusiastas do subgênero. De acordo com a publicação, Shields garante a iminência do lançamento do superadiado terceiro disco da banda irlandesa.

Rumores sobre o próximo disco do My Bloody Valentine existem há anos, desde que a banda voltou a fazer shows. O álbum estava quase pronto quando a banda se separou no final da década de 90 e, assim, não foi lançado. Se a declaração de Shields ao NME se confirmar, o sucessor do icônico Loveless será finalmente disponibilizado ainda em 2012, através do site do músico. É uma promessa e tanto.

No primeiro semestre, a banda relançou seus dois álbuns, Isn't Anything (1988) e Loveless (1991), além dos EPs e algumas faixas inéditas, tudo devidamente remasterizado a partir das fitas originais.

My Bloody Valentine está confirmado como uma das principais atrações do festival japonês Tokyo Rocks, que ocorre em maio de 2013.




segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Nevermind: 21 anos de lançamento do último grande disco do rock





Nevermind nem é o melhor álbum do Nirvana. Geralmente, quem ocupa essa posição, tanto na opinião da crítica quanto do público, é In Utero (1993), lançado também no mês de setembro. Ainda assim, Nevermind tem uma importância irreversível na histórica recente do rock.

Em 24 de setembro de 1991 o disco foi lançado. Há exatos 21 anos, portanto. Para homenagear a banda e seu álbum, Songs to Valentina quis saber o que o clássico disco do Nirvana representa para uma nova geração de músicos de bandas independentes.


"Existem bandas que são únicas e que lançam pelo menos um trabalho único que move toda uma geração. E isso foi o que o Nirvana fez com o Nevermind. Esse disco representa muito a essência de um power trio: baixo pulsante, bateria bem executada e uma guitarra suja e pesada. Sem cortar os vocais desesperados, melancólicos e marcantes. Não existe uma única música ruim nesse disco e quando ele chega ao fim a gente tem aquele sentimento de "nossa, já acabou?". Nevermind, é o último grande disco do rock e deve demorar para que outra banda faça algo parecido". Adriano Nascimento, baixista da banda Liférika (SP) Facebook


"O ano é 1996, tenho 14 anos. Meus amigos desfilam pelas ruas do meu antigo bairro com camisas de flanela xadrez, eu estou me envolvendo com o que o rock dos anos oitenta produziu no Brasil, minha banda de coração até então, pasmem, é o Titãs. Uma colega da escola me pergunta: “Já ouviu Nirvana?”. E eu: “Claro que não, o que é isso?”. Ela então me empresta uma k7 com dois discos deles: o primeiro,  Bleach, e o famoso Nevermind. Ouço a fita umas vez, duas vezes, três vezes, quatro vezes, e no dia seguinte eu falo: “Que merda é essa? Só tem barulho nessa merda, não gostei, não tem nada melhor?”. Alguns dias depois, estava na casa de um colega. Estávamos fazendo o que era de praxe ser feito naquele tempo: ouvindo musicas de fitas k7 e tomando algum vinho bem vagabundo. Naquele momento, não sei por que, aquela zona toda começou a fazer sentido e naquela mesma tarde fiquei sabendo que o vocalista havia se matado com um tiro na cabeça. Não foi algo tão mágico como foi para muitos, mas as doses homeopáticas que consumi desse disco me fez abrir a mente e os ouvidos para o que se pode fazer quando você grita com tesão". 
Dom Orione, vocalista e guitarrista do duo 3 éD+ (SP) SoundCloud


"O Nevermind é um clássico, não só do grunge, do rock, mas da música. É um disco tênue, construído no limiar do rock garageiro com a música pop. Por vezes soa confuso, como uma indecisão. Mas acho que é isso que ele quer transmitir. Acredito que, querendo ou não, quem o escuta se influencia por ele e percebe algo insistentemente atraente, que faz jus à sua repercussão imediata a seu lançamento, como sua permanência nas prateleiras dos mais vendidos. Sobre a nossa influência como banda, acredito ser muito forte, principalmente na construção de arranjos e melodias, assim como na produção em si, no estúdio. Bebemos dessa fonte, principalmente eu, que vivi uma adolescência saturada de Nirvana". Jonas H. Schommer, vocalista e guitarrista da banda Volar (RS) Blog Oficial



"Me lembro bem dos primeiros acordes de "Lithium" e "Smells Like Teen Spirit" que tocavam repetidas vezes no rádio quando eu tinha apenas 10 anos. Um dos melhores discos do tão influente (para mim) anos 90. Letras e melodias simples, anexadas ao gênio que musicalizou, popularizou e eternizou seus gritos e o Nirvana". Dênio Rezende, baixista da banda Real Fênix (MG) TramaVirtual


"O Nevermind é uma revolução na minha vida e na de muitas outras pessoas. Visceral. Direto e reto. Libertando a criança dentro de cada um. A criança que estava presa, enclausurada em um quarto, vai para fora de casa gritando e colocando pra fora tudo o que tinha preso na garganta! Simplesmente fantástico!".  Thiago Sobral, ex-vocalista da banda Kbrera (SP) MySpace






11 de janeiro de 1992 – Nirvana havia sido o número musical do Saturday Night Live [em Nova York]. Sua apresentação no programa se mostraria um divisor de águas na história do rock’n’roll: a primeira vez que uma banda grunge havia recebido exposição nacional ao vivo na televisão. Foi no mesmo fim de semana em que o maior lançamento do Nirvana, Nevermind, batia Michael Jackson no primeiro lugar das paradas da Billboard, tornando-se o álbum mais vendido do país. A maneira pela qual o Nirvana havia tomado de surpresa a indústria musical não tinha precedentes. Praticamente desconhecida um ano antes, o Nirvana tomou de assalto as paradas com sua “Smells Like Teen Spirit”, que se tornou a canção mais conhecida de 1991, a frase de abertura na guitarra simbolizando o verdadeiro início do rock dos anos 90. (Charles R. Cross)


Links relacionados:

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Karina Buhr indicada a três categorias no VMB 2012

No Brasil das crias de Marisa Monte, uma cantora mais ousada desponta.


Desbotado o cenário de cantoras MPB/Rock nacionais, a descoberta de Buhr é um deleite aos mais inquietos. Karina está indicada ao Video Music Brasil 2012, premiação da MTV, nas categorias Melhor Disco, Melhor Música - “Cara Palavra” - e Melhor Artista Feminino. Se indicada pelo voto popular na internet, Buhr vai à votação final da Academia VMB, um juri formado por jornalistas, críticos e outros profissionais ligados à música. Longe de Onde, o disco em questão, está disponível para download no site da cantora. No último sábado (28), aliás, ela foi atração do programa Show Na Brasa da MTV.

Pernas à mostra, meia arrastão, brilho, cores (e mais brilho) nos olhos. Não é só o figurino, não é só a performance. O mais interessante mesmo em Karina é a ousadia de letras ácidas e estranhas, muitas vezes embaladas ironicamente em melodias suaves, o romantismo quase imperceptível. Em Karina, o amor não é romântico do tipo puro e sofredor. Ele é amargo e sinceramente controverso. Karina não é doce (cantando) e não é pop. No Brasil das crias de Marisa Monte, ou de eventuais candidatas à próxima Mallu Magalhães, uma cantora mais ousada desponta, finalmente.



terça-feira, 26 de junho de 2012

Goo: 22 anos do lançamento



Em 26 de junho de 1990 o Sonic Youth lançava Goo, primeiro por uma grande gravadora, a Geffen, da qual a banda só se desvinculou em 2007 quando foi para a menor e não menos importante Matador. Não é novidade que eles eram uns dos heróis do jovem e iniciante Kurt Cobain que então se tornara maior até que os próprios heróis. E Goo foi lançado exatamente na febre grunge norte-americana e rendeu turnês pela Europa e Estados Unidos ao lado do Nirvana. Assim, o Sonic Youth experimentou nessa fase “Goo-Dirty” algum sucesso comercial. Goo é o sucessor do espetacular Daydream Nation (1988) e é possivelmente o disco cujas canções têm os videoclipes mais toscos já produzidos - vide “Tunic (Song for Karen)” e “My Friend Goo” -, mas também há boas produções audiovisuais como em “Kool Thing”, o primeiro single, no qual a loira e linda Kim Gordon flerta com o rapper Chuck D e exibi-se com gatinhos. “Disappearer” também é dos melhores, e o encantador vídeo de “Dirty Boots” transpira amor grunge adolescente. “Mote”, cantada por Lee Ranaldo, "Titanium Exposé" e “Mildred Pierce” também estão entre os destaques do disco. Um álbum depois (Dirty, de 1992) e o Sonic Youth pondera o “sucesso”, transgride, e reaparece com Experimental Jet Set, Trash And No Star (1994) talvez desapontando de certo modo os fãs casuais conquistados com Goo. Fato é que este álbum sempre será lembrado como um dos melhores da banda, seja ele - moderadamente - comercial ou não.


segunda-feira, 9 de abril de 2012

Los Hermanos volta a fazer shows este mês

Músicos se reúnem para comemorar os 15º aniversário da banda que, para alegria de muitos, na verdade nunca deixou de existir


Em 2012 será a terceira vez que a banda carioca Los Hermanos sai em turnê após o hiato anunciado em 2007. Agora, a banda segue numa turnê maior, percorrendo algumas das principais cidades brasileiras, para 24 shows que comemoram seus 15 anos de existência. Segundo o tecladista Bruno Medina em seu blog no portal G1, eles iniciaram os ensaios neste mês de abril. Não por acaso, o show que abre a turnê comemorativa acontecerá no dia 20, no festival Abril Pro Rock, em Recife, principal ponto de partida para a carreira bem-sucedida da banda. De abril a junho, a turnê ainda passa pelas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Belém, Manaus, Fortaleza e Brasília. “Se agora estamos fazendo 24 shows, e, pelo menos 20 deles estão esgotados há 4 meses, posso afirmar seguramente que não foi apenas por causa de uma música lançada 13 anos atrás”, diz Medina em seu blog.


Após um sucesso estrondoso - "Anna Júlia" -, quatro discos lançados, uma imensidão de fãs conquistados em todo o país e 10 anos de carreira, seus integrantes optaram por dar um tempo com a banda e partiram para projetos pessoais. Rodrigo Amarante e Marcelo Camelo, por exemplo, lançaram discos. Amarante juntou-se a Fab Moretti (The Strokes) na banda Little Joy, e de lá pra cá Camelo lançou dois discos solos, Sou e Toque Dela. Os primeiros shows de retorno aos palcos ocorreram em 2009, em São Paulo e Rio de Janeiro, abrindo para os ingleses da Radiohead, e houve uma mini-turnê pelo nordeste do país em 2010, além de uma apresentação no festival SWU no mesmo ano.

Sobre a nova turnê de 2012, o tecladista Bruno Medina afirma em sua página na internet: “A verdade é que o Los Hermanos nunca deixou de existir – apesar de muita gente pensar o contrário. Penso que a banda é como uma casa de praia: por mais que você tenha escolhido outro lugar para morar e ainda que você só passe ali alguns dias por ano, trata-se do lugar em que você vai viver os momentos mais felizes da sua vida. Exatamente porque ali é seu refúgio, e não a sua rotina”.


domingo, 8 de janeiro de 2012

David Bowie faz 65 anos

                                                                                                                                                    
Divulgação

O músico, produtor musical e ator inglês David Bowie completa hoje, 8 de janeiro, 65 anos. Ora extravagante, ora polêmico, o Camaleão do Rock ganhou notoriedade por sua incrível capacidade de se reinventar musical e visualmente. Ao longo de décadas, a música de David Bowie vem influenciando a muitos e legitimando seu nome entre os maiores da cultura pop.

domingo, 20 de novembro de 2011

Sonic Youth: o maior ícone do rock alternativo e experimental


 Sonic Youth - 14/11/11, SWU, Paulínia (SP)

                                                                                Foto: Jorge Rosenberg

Após quase uma semana da 2ª edição do festival SWU, no qual pode ter acontecido a última apresentação dos nova-iorquinos do Sonic Youth, depois de um "futuro incerto" anunciado pela gravadora Matador, "Mote", "Cross The Breeze", "Schizophrenia" e "Drunken Butterfly" ainda ecoam na minha cabeça.

"Mote", apesar de ser de um dos discos mais conhecidos, Goo (1990), aquele cuja camiseta muitos admiradores têm, não é exatamente um hit do álbum. Até Kurt Cobain aparece no documentário 1991: The Year Punk Broke usando uma camiseta com a estampa da capa de Goo. "Mote", cantada por Lee Ranaldo, sempre foi uma das minhas músicas preferidas do Sonic Youth. A imagem de Lee, aliás, é a que melhor evidencia quanto tempo já passou - 30 anos de banda - e digo isso unicamente pelos fios grisalhos na cabeça. No palco, Thurston Moore, aos 53 anos, ainda é o mesmo rapaz alto, de cabelo cobrindo o rosto, tocando sua guitarra com tanta intensidade que em determinados momentos parece ter um orgasmo sônico. A expressão veio bem a calhar. Kim Gordon nunca  fez o tipo simpática ou pretensiosamente sexy, mas sempre executa com graça e alta legitimidade sua função no palco. Steve Shelley, apareceu no palco e sentou-se à bateria para os últimos ajustes minutos antes do show. Não houve nenhum alvoroço. Naquele momento Steve era a melhor representação do Sonic Youth, uma banda ao mesmo tempo tão cultuada e tão pouco popular.

"Cross The Breeze" é uma das minhas faixas preferidas do espetacular Daydream Nation (1988), metamorfoseia-se lindamente da suavidade à forte energia. "Schizophrenia" foi anunciada por Thurston como "Sister", que na verdade é o nome do disco lançado em 1987 no qual a música está. O blefe rendeu um sorrisinho de Mark Ibold, o guitarrista que os acompanha, membro original do Pavement. "Drunken Butterfly", do álbum Dirty (1992), já começa explosiva. Cantada por Kim que rodopia e rodopia em êxtase. Pleasure is mine, Kim. Na sequência, entre outras, tocaram a "pop" "Sugar Kane", também do álbum Dirty e encerram o show com "Teen Age Riot", outra faixa de Daydream Nation, um dos discos mais queridos pelos fãs.

Eu não admiro nenhuma outra banda como admiro o Sonic Youth no palco. É praticamente uma veneração. Em termos de produtividade, influência, integridade e performance ao vivo, Sonic Youth é icônico, absolutamente.


I love their noise all the time.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Damon Albarn apresenta seu novo projeto: Rocket Juice and The Moon

Divulgação
                                
Damon Albarn é um músico inquieto, no melhor sentido. Como se não bastasse sua boa reputação como frontman de uma das melhores bandas do Britpop 90, o Blur, ao longo dos anos ele vem ocupando o noticiário musical a cada projeto em que se envolve. Quem não se lembra da banda semivirtual Gorillaz? Anos depois, Damon surgiu com o excelente The Good, The Bad and The Queen, que incluia ex-integrantes do Verve e do Clash - projeto sobre o qual você já leu aqui. Recentemente o músico lançou o projeto DRC Music, que rendeu um álbum beneficente, agora a notícia que repercuti no mundo do rock é sua mais nova banda chamada Rocket Juice and The Moon, com Tony Allen (o mesmo que tocou bateria no The Good, The Bad and The Queen) e Flea, sim, ele mesmo, o baixista do Red Hot Chilli Peppers. Abaixo, você ouve "Poison", da primeira apresentação da banda no dia 28 de outubro, em Londres.




domingo, 2 de outubro de 2011

1991 muito além de Nevermind

Em setembro, muito se falou - e se fez - sobre os 20 anos de Nevermind, o mais popular disco do Nirvana. Porém, outros discos importantes também foram lançados no mesmo ano em que Nevermind, marcando o início da década de 90 - e do grandioso rock alternativo daquele período. O Primal Scream recentemente fez um show em São Paulo em que celebraram os 20 anos de seu terceiro disco de estúdio, Screamadelica. Aproveitando essa onda de celebrações, Songs to Valentina te mostra alguns dos discos mais legais lançados exatamente em 1991.

Pra começar, o já citado Screamadelica, da banda escocesa Primal Scream. A banda de Bobby Gillespie, que é frequentemente lembrado como o baterista do The Jesus and Mary Chain em Psychocandy  - o disco de estreia do JAMC -, lançou Screamadelica no mesmo mês  - e quase no mesmo dia - em que o Nirvana teve Nevermind lançado.

De Screamadelica (setembro de 1991, Creation Records), a canção "Come Together":





O My Bloody Valentine (Irlanda) lançou seu segundo disco, Loveless, em novembro de 1991 também pela Creation Records. O cultuado disco shoegazer foi produzido pelo próprio vocalista e guitarrista Kevin Shields.

De Loveless, a canção "Sometimes", que faz parte da trilha sonora do filme Lost in Translation (Encontros e Desencontros) de Sofia Coppola:



Continuando com os britânicos, seguimos com Leisure, o disco de estreia do Blur. Foi lançado em agosto de 1991 pela Food Records. Deste disco, "She's So High":




Agora vamos aos norte-americanos. Gish, o álbum de estreia do Smashing Pumpkins (Chicago), foi produzido por Butch Vig - o mesmo produtor de Nevermind -  e saiu pela Caroline Records em maio de 1991. De Gish, "I Am One":






Kurt Cobain gostava do som que Black Francis, Kim Deal e companhia faziam no Pixies e foi deles mais um lançamento quase simultâneo ao Nevermind. Trompe Le Monde, o quinto e até agora último disco de inéditas do Pixies, saiu pela gravadora 4AD no Reino Unido e pela Elektra Records nos Estados Unidos, em setembro de 1991. Este disco traz a cover de "Head On" do The Jesus And Mary Chain:




Nirvana já podia ser considerada uma banda veterana (Nevermind foi o segundo disco da carreira) quando Ten, o disco de estreia do Pearl Jam, foi lançado pela Epic Records em agosto de 1991. De Ten, um disco repleto de hits, "Oceans":